O Eu gigante está quieto. Eu maior ainda, inquieto.
Terá o Eu gigante novamente adormecido ou simplesmente aproveita o novo momento, com calma, detalhe por detalhe, minuto a minuto, cada segundo de renovação, vida nova e decisões?
Eu maior ainda acompanha, num balanço de corpo suave guiado pela respiração. Por dentro, ofegante, frenético e incontrolável desejo de novas histórias, não só para o plágio não plagiado numa versão sob tal ponto de vista, mas pelo simples fato de querer coralizar alguma coisa.