.adendo.

Eram 23h50 quando saí pra uma rápida volta no bairro. Tarde, sei, mas precisava comprar umas coisas que faltavam em casa e que, de fato, ninguém precisa saber o que é – não, nada de drogas, nem tenho “parceiros” pra isso. Na descida da rua, crianças corriam e brincavam, enquanto os pais se divertiam no “inferninho” logo à frente.

A essa hora, crianças correndo, brincando. Arrumadinhos, sabe? Dessas crianças que o pai arruma com a desculpa de “vamos sair em família” porque nem tem com quem deixar as crianças pra sentar num boteco depois de uma semana exaustiva. Não julgo, acho digno. E as crianças se acabavam de correr. Brincavam quase de pique. Ah, minha infância…

Enfim, passei pelo inferninho. Tocava Funk. Nada absurdo, né? Também não acho. Mas agora vou completar a frase: tocava Funk, no intervalo do Pagode.

Não é o Rio de Janeiro, mas seja mais que bem vindo a um dos cantos da Lapa, ou ao Alto da Lapa, em São Paulo.

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