.Eu, maior ainda que o gigante que vive.

Ainda quando melecuda, tive meu primeiro impulso de ser indenpendente. Aí, me perdi na Mesbla.

Um guardinha me achou chorando e, depois de muito tentar me consolar, encontrou e me devolveu para a minha mãe.

Ou seja, primeiro plano: fail.

Depois de anos, virei uma rebelde sem causa, aprontei o que pude e não pude, mas ainda estava ali, sob o mesmo teto da família. Errei, acertei, caguei, acertei e errei de novo.

Daí vieram novas experiências em cantos diversos, amores que se foram, pessoas que foram e jamais voltaram, as que não foram, as que pensaram em partir, as que estão e por aí (ainda) vai.

Se perdi o chão, se pisei em nuvens, se fiquei sem respirar, não vem mais ao caso.

Estou aqui simplesmente porque resolvi parodiar o gigante que estava adormecido na Cora.

É, estava adormecido. Ele acorda lentamente e, provavelmente, vai ter sapitucas em breve.

Cada passo será registrado. Do meu ponto de vista, claro.

Mas sempre com o mesmo layout, a mesma fonte. Nunca a mesma história.

Ela, gigante. Eu, maior ainda.

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